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José NR Ermitão
 
PERGUNTAS FREQUENTES
SER ASSOCIADO
. Que vantagens tenho eu em ser associado da Assp?
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. Em que é que uma instituição de solidariedade social é uma boa resposta para a resolução de problemas como o da 3ª idade?
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. Porquê as diferentes categorias de associados e os diferentes escalões de quotas?
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. A Associação é de professores e eu sou educador/a de infância. Posso ser associado/a?
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. Quem são os funcionários públicos ou privados que podem ser associados efectivos?
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. Por que motivo há um desfasamento tão grande entre o número atribuído aos associados e o seu número real?
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. Como é que eu sei a que Delegação vou pertencer?
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. Posso participar em actividades organizadas por outras delegações?
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. Os não associados também podem ter acesso aos serviços prestados pela ASSP?
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. Se a ASSP nos dá boas perspectivas para a velhice ou invalidez, por que razão não são em maior número os associados?
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QUESTÕES FINANCEIRAS
. O meu banco não é a CGD. Neste caso, como posso inscrever-me e pagar as quotas?
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. Afinal, em que é gasto o dinheiro das quotizações que pagamos?
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. Os associados têm direito a saber das contas da Associação?
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. A ASSP aceita heranças, doações ou donativos?
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. Quando se faz um donativo à ASSP é passado recibo para efeitos de IRS?
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. A ASSP recebe subsídios do Estado ou de outras entidades públicas?
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RESIDÊNCIAS SENIOR
. Por que motivo só existem residências sénior em Aveiro, Lisboa, Porto e Setúbal e não existem noutras localidades?
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. Resido no concelho de Viseu; posso, se eu quiser, ir para a residência de professores de Setúbal ou para outra qualquer?
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. Como são as residências da ASSP?
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. A partir de que idade pode um/a associado/a ir para uma residência? Como se definem as prioridades para o acesso?
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. E se um associado tiver uma reforma e rendimentos insuficientes para pagar a estadia na residência?
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NATUREZA DA ASSOCIAÇÃO
. Que é isso da ASSP ser uma instituição particular de solidariedade social/IPSS?
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. A solidariedade social até pode ser coisa bonita, mas não é utópica e idealista?
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. Em que sector ou actividade económica se integra a Associação? O que quer dizer “economia social”?
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. No meio de tantos objectivos e actividades, qual é o objectivo central da ASSP que mais pode interessar a um professor?
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ASSUNTOS DIVERSOS
. Quantos funcionários tem a Associação? Se eu telefonar para a sede, quem é que me atende?
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. Como é que são escolhidos os dirigentes da Associação?
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. Quem é que fiscaliza a ASSP?
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. Gostava de ser informado sobre os símbolos representativos da Associação, como a bandeira, o logotipo, hino, etc.
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SER ASSOCIADO
Que vantagens tenho eu em ser associado da Assp?
Esta questão é levantada por muitos colegas, quando convidados para se inscreverem na ASSP. No fundo, estão a exprimir uma dúvida legítima sobre o interesse em serem membros de uma associação de professores que, por uma quota mensal, lhes promete acesso futuro a uma residência sénior, quando dela necessitarem.
Outros professores, mais novos, consideram que ainda é cedo para pensar no assunto; que quando forem mais velhos "então sim, é que vale a pena tornar-se associado da Assp".
Afinal, quais são as vantagens em tornar-se associado e já? As vantagens tanto são futuras como imediatas.

Vantagens futuras: o acesso a residências sénior de natureza solidária, isto é, sem objectivos lucrativos, mas sim qualitativos e humanitários, e com uma relação qualidade/preço francamente vantajosa. Já as temos em Setúbal, Porto, Aveiro e Lisboa. Temos uma em construção em Faro e projectos em curso em Carcavelos, Portalegre e Leiria.
Quanto maior o número de associados, maiores as possibilidades de mais e melhor resposta. Associar-se na Assp é como fazer um seguro de futuro...

Vantagens imediatas: o conjunto de benefícios a que o associado pode aceder após a inscrição. Por exemplo, seguro de saúde, viagens e passeios, actividades socioculturais e lúdicas, acordos com instituições e empresas, alojamento temporário em algumas delegações, acesso dos ascendentes às residências, etc.
Sem esquecer a possibilidade de publicação da sua produção cultural e intervenção cívica neste site (Página dos Associados).

"Mas porquê inscrever-me já e não daqui a alguns anos?" Por uma razão muito simples: a ordem de prioridade para entrar nas residências é definida pela data da inscrição como associado...
Então, de que está à espera para se inscrever e já?

Em que é que uma instituição de solidariedade social é uma boa resposta para a resolução de problemas como o da 3ª idade?
Muitos colegas podem interrogar-se sobre a necessidade objectiva deste tipo de Associação para resolver os problemas da sua 3ª idade (“O que não hão de faltar por aí é lares para idosos”). Como resposta, apresentamos dois argumentos:

- Um de natureza factual: as dificuldades financeiras da Segurança Social (SS), uma realidade que é do conhecimento público e da agenda política. Ora, se os sistemas de SS estão em dificuldades e as reformas vão ser menores, por que não sermos nós próprios a tratar da “salvação” da nossa 3ª idade, em vez de esperarmos tudo ou quase tudo do Estado/SS ou de terceiros/privados com interesses lucrativos? Assim, uma instituição de solidariedade social é mesmo a melhor solução, já que não tem fins lucrativos, mas sim natureza social e solidária.
- Outro de natureza pragmática: o retorno esperado. Um associado, ao pagar as quotas, está a capitalizar um montante para ser investido em equipamentos e serviços de que pode usufruir mais tarde. Ao ser associado da ASSP, não está a fazer caridade: está a investir na sua segurança e na qualidade do seu futuro (e família) e, simultânea e solidariamente, no futuro dos seus colegas...

Como complemento, consulte as perguntas colocadas em NATUREZA DA ASSOCIAÇÃO. E um ponto para reflexão: não será a solidariedade social a melhor resposta para a crise do estado social?

Porquê as diferentes categorias de associados e os diferentes escalões de quotas?
A ASSP é uma associação de professores, naturalmente extensiva às suas famílias – cônjuges, pais e irmãos (estes desde que vivendo em economia comum). Os professores* são associados efectivos; os membros das suas famílias são associados extraordinários – digamos que associados por afinidade. Por isso é legítimo que o direito de intervenção plena na orgânica e funcionamento da Associação esteja unicamente reservado aos primeiros, os professores. O mesmo raciocínio se aplica aos associados honorários. Mas atenção: dentro dos termos definidos nos Estatutos, os benefícios são gozados plenamente e de igual modo por todos os associados qualquer que seja a sua categoria.
Quanto aos diferentes escalões de pagamento: é uma forma imediata, mas justa, de beneficiar um pouco quem se inscreve mais novo ou mais cedo na Associação.

(*incluindo algumas categorias de funcionários públicos ou privados.)

A Associação é de professores e eu sou educador/a de infância. Posso ser associado/a?
Claramente! Dizemos professores simplesmente para significar em geral as pessoas que exercem funções docentes, o que acontece desde os educadores de infância até aos professores universitários. Aliás, temos centenas de educadoras de infâncias como associadas!

Quem são os funcionários públicos ou privados que podem ser associados efectivos?
São os funcionários que, tendo sido professores, optaram pelo exercício de funções técnicas ou administrativas de algum modo ligadas à educação e ensino. Por exemplo: em departamentos centrais ou regionais do Ministério da Educação; em autarquias; em Universidades públicas ou privadas ou em Politécnicos; ou pela carreira de Inspector.

Por que motivo há um desfasamento tão grande entre o número atribuído aos associados e o seu número real?
É verdade. A um novo associado pode ser atribuído, por exemplo, o n.º 17500 e, com ele incluído, o n.º real de associados ser só de 13500. Explicação: a ASSP existe há cerca de 25 anos; durante este período muitos foram os associados que entretanto faleceram. E como o número atribuído é sequencial, o resultado é este desfasamento.

Como é que eu sei a que Delegação vou pertencer?
Neste momento estão constituídas 15 delegações: Açores, Algarve, Aveiro, Beja, Coimbra, Évora, Guimarães, Leiria, Lisboa, Madeira, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu. A partir daqui pode concluir facilmente em que delegação está integrado/a.
Agora pode perguntar: porque é que em alguns distritos não há delegação? A resposta é simples: ou porque ainda não há o n.º suficiente de associados para o efeito ou porque os associados existentes não demonstram interesse ou dinâmica associativa. Olhe, está também nas suas mãos dar a volta à situação se habita nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Guarda e Castelo Branco.

Posso participar em actividades organizadas por outras delegações?
Pode. Note que os associados não pertencem a uma delegação, mas integram sempre a Associação como um todo.

Os não associados também podem ter acesso aos serviços prestados pela ASSP?
Os Estatutos prevêem a abertura à comunidade envolvente das actividades e serviços a desenvolver; mas em termos práticos isto só tem acontecido de forma excepcional.
Individualmente considerados, os não associados não têm acesso sistemático aos nossos serviços; o que não quer dizer que, num contexto de necessidade individual objectiva, ou por necessidade de rentabilização de equipamentos, serviços ou actividades, isso não possa acontecer. Com duas condições óbvias: prioridade absoluta aos associados e pagamento diferenciado.

Se a ASSP nos dá boas perspectivas para a velhice ou invalidez, por que razão não são em maior número os associados?
Boa consideração e boa pergunta! Mas se cada associado for um bom propagandista da ASSP junto dos colegas e amigos, certamente que o seu número se multiplicará com rapidez. Já pensou na ideia? Ponha-a em prática, já que as Direcções não podem fazer tudo.
Note que a ASSP é solidariedade – em maior número e juntos teremos muito mais força para concretizar os nossos objectivos sociais. Somos individualmente associados para obtermos um legítimo retorno social em equipamentos e serviços, quando deles precisarmos.

QUESTÕES FINANCEIRAS
O meu banco não é a CGD. Neste caso, como posso inscrever-me e pagar as quotas?
Trabalhamos por princípio com a CGD pois é o banco em geral mais utilizado pelos professores. No entanto, estamos a estudar um esquema de cobrança e pagamentos através de qualquer banco. De modo algum isto constitui impedimento para se associar.

Afinal, em que é gasto o dinheiro das quotizações que pagamos?
Esta pergunta surge amiúde nos nossos associados e com razão, dado que é de direito saberem em quê e como se aplica o que pagam e se é aplicado da forma correcta. O valor das quotas tem as seguintes aplicações:
-pagamento dos custos do seu processamento (custos bancários; equipamento informático utilizado e pessoal que com ele trabalha, a sala e demais custos decorrentes);
-pagamento do Boletim Informativo e da página web na Internet;
-pagamento dos funcionários e despesas administrativas necessárias ao funcionamento da Associação;
-pagamento de subsídio de solidariedade a associados efectivos e seus cônjuges, utentes das nossas residências, com reformas ou pensões degradadas e que não podem pagar integralmente as mensalidades;
-por último e o mais importante: temos um património ao serviço dos associados cujo valor contabilístico ronda os 8,5 milhões de Euros. Deste montante, cerca de 1,5 M€ corresponde a ofertas, doações e testamentos; o restante tem sido adquirido ou está a pagar-se exactamente com o valor das quotizações. Ou seja, o seu valor é transformado em investimentos para o nosso desenvolvimento; para que, quando os associados precisarem e desejarem, possam dispor de equipamentos sociais com qualidade e a um preço justo.

Os associados têm direito a saber das contas da Associação?
Nos termos dos Estatutos, as contas da Associação são aprovadas, em 1ª instância, nas Assembleias das Delegações – onde os associados podem e devem estar presentes – e logo depois na Assembleia Nacional de Delegados. Posteriormente são disponibilizadas no site ou BI para conhecimento geral e são consultáveis pessoalmente por qualquer associado, desde que o requeira nos termos da alínea f) do artº 10º dos Estatutos.

A ASSP aceita heranças, doações ou donativos?
Por princípio, aceitam-se todos os legados que favoreçam o desenvolvimento da Associação. Aliás, o primeiro património da ASSP foi constituído pela herança da sua primeira presidente, a Dra. Alice Maia Magalhães.
Posteriormente temos recebido outras heranças e, neste momento, somos mesmo depositários de algumas doações e testamentos. Também recebemos donativos de muitos associados, que são sempre publicitados no nosso Boletim Informativo e/ou nesta página.
A título de exemplo, referimos o legado da Dra. Alice Maia Magalhães – uma residência no Largo do Monte, em Lisboa; uma casa assolarada rural em Sobrosa, Paredes, e duas vivendas na Parede, ainda na posse do executor testamentário; e da Dra. Emília Albarraque Costa – um legado em dinheiro e dois apartamentos, que foram entretanto vendidos. Estes montantes foram aplicados na aquisição do prédio sito na R. D. Dinis, ao Rato, em Lisboa.

Quando se faz um donativo à ASSP é passado recibo para efeitos de IRS?
Sempre, pois além de ser absolutamente legal, também é vantajoso para o doador.

A ASSP recebe subsídios do Estado ou de outras entidades públicas?
É evidente que sim, já que somos uma instituição de solidariedade social. Tais subsídios e apoios têm sido mesmo fundamentais para a realização de muitos dos nossos objectivos e actividades. Por isso queremos expressar o nosso vivo agradecimento a todas as entidades doadoras: tais apoios são mesmo uma forma de reconhecimento oficial/público do valor e importância da acção desenvolvida pela ASSP. No item Património e Apoios apresentamos o conjunto dos apoios oficiais recebidos.

RESIDÊNCIAS SENIOR
Por que motivo só existem residências sénior em Aveiro, Lisboa, Porto e Setúbal e não existem noutras localidades?
Construir uma residência é um investimento financeiro muito pesado e exige um grande dinamismo associativo; de modo que até ao momento só foi possível a sua construção de raiz, ou aquisição de edifício, nas cidades indicadas, que por acaso coincidem com as delegações com o maior n.º de associados.
Mas atenção: está em construção uma nova residência em Faro, a abrir a médio prazo, e há dinâmicas locais em diversas Delegações (Lisboa/ Carcavelos, Portalegre e Leiria) para a construção de outras.

Resido no concelho de Viseu; posso, se eu quiser, ir para a residência de professores de Setúbal ou para outra qualquer?
Sem dúvida! Resida onde residir, integre a Delegação que integrar, pode candidatar-se sempre a qualquer residência de professores. Para o efeito, deverá contactar a residência pretendida, inscrever-se na lista de espera e aguardar a chamada. Situações de urgência estão também previstas. Note que não pertence a uma delegação: qualquer associado integra a Associação como um todo!

Como são as residências da ASSP?
As nossas residências seguem por princípio um “modelo humanista”: n.º de utentes limitado; quartos individuais ou de casal ou para duas pessoas e todos com casa de banho própria; segurança, limpeza e higiene; tratamento personalizado e digno; pessoal adequado; amplas salas de estar e de convívio, biblioteca e salas de actividades lúdico-culturais; refeições com qualidade; assistência médica incluída, fisioterapia, etc.
São assim a Casas dos Professores de Setúbal, Aveiro e do Porto (cujas instalações ainda vão ser maiores e melhores depois da realização das obras já previstas). Lisboa já está também a oferecer melhores condições aos utentes depois que passaram para a Residência da R. D. Dinis, ao Rato.
Nas nossas residências vive-se a idade que se tem, com o máximo de qualidade, e valoriza-se a pessoa que somos. As residências dispõem também de quartos para residentes temporários, em situação de doença ou de incapacidade e necessitando de assistência, ou em situação de viagem ou deslocação.

A partir de que idade pode um/a associado/a ir para uma residência? Como se definem as prioridades para o acesso?
Um associado pode candidatar-se, por inscrição, a qualquer das residências existentes desde o momento em que tenha necessidade disso e o deseje. No entanto, a candidatura só é válida após declaração de vaga - obrigatoriamente publicitada no Boletim e/ou site - pela residência. Esta organiza então uma lista de candidatos ordenada segundo a sua data de inscrição na Assp – quem se inscreveu primeiro como associado tem prioridade sobre quem se inscreveu depois.

E se um associado tiver uma reforma e rendimentos insuficientes para pagar a estadia na residência?
Só tem que comunicar e comprovar a situação para ser devidamente analisada: sendo nós uma instituição de solidariedade social, temos meios para resolver este problema. Note que é também para dar resposta a situações como esta que a Associação existe.

NATUREZA DA ASSOCIAÇÃO
Que é isso da ASSP ser uma instituição particular de solidariedade social/IPSS?
A ASSP é efectivamente uma IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social. Este estatuto é-lhe reconhecido pela Direcção Geral da Segurança Social, porque a ASSP cumpre todos os requisitos para o efeito nos termos da legislação vigente*.
As IPSS são instituições constituídas sem finalidade lucrativa, por iniciativa de particulares, com o objectivo de dar expressão organizada a actividades de natureza social, numa perspectiva solidária, comunitária e humanista. Caracterizam-se por desenvolverem actividades na área da saúde, educação, habitação, apoio às famílias, crianças e jovens, e de protecção aos cidadãos em situação de incapacidade física e 3ª idade. O que supõe equipamentos apropriados, actividades diversas, prestação de serviços de vária ordem e pessoal adequado.
Esta acção social, para se efectivar, está sujeita a licenciamento, inspecção e fiscalização dos serviços da Segurança Social.

Não podem ser administradas nem pelo Estado, nem pelas autarquias, nem podem ser propriedade privada de ninguém – só podem ser administradas por direcções eleitas pelos próprios associados. São consideradas IPSS as associações de solidariedade (como a ASSP), as de voluntariado social, as mutualistas, as Misericórdias; também o são os centros sociais da Igreja Católica e de outras organizações religiosas.
Solidariedade social nada tem a ver com caridade ou assistência: tem a ver com acção social institucionalmente organizada, tendo em vista a realização de objectivos sociais concretos. Acrescente-se que muitas das IPSS actuais surgiram no âmbito de acções populares seguidas ao 25 de Abril de 74 e da liberdade de iniciativa social (e não só) que ele trouxe aos portugueses. Aliás, foi o que aconteceu com a ASSP...

(* DL 119/83 de 25/02; DL 89/85 de 01/04; DL 402/85 de 11/10; DL 29/86 de 19/02; Port. 778/83 de 23/07; Desp. Norm. 778/92 de 20/05.)

A solidariedade social até pode ser coisa bonita, mas não é utópica e idealista?
A solidariedade social como forma de acção social, concretizada em milhares de instituições espalhadas pelo país e em organizações similares por todo o mundo, não é uma utopia; é uma realidade concreta e funcional, de utilidade positiva e socialmente demonstrada.
Que há nela e nos seus praticantes uma boa dose de idealismo, de idealismo positivo, do idealismo de arregaçar as mangas e lançar-se ao trabalho, de voluntarismo, de valores positivos de natureza humanista, solidária e comunitária – tanto em contradição com os valores materialistas e individualistas, mesmo de selva, do tempo que corre – isso é verdade. Mas é acreditando em valores de acção social que, se não se muda o mundo, muitos problemas podem ser mais bem resolvidos.
De facto devemos considerar que já foram proferidas todas as palavras necessárias para salvar o mundo; agora o que é preciso mesmo fazer é alguma coisa nesse sentido. E a ASSP tem-no feito um pouco, com e pelos professores, mas tem feito e vai continuar a fazê-lo.
E neste mundo em que vivemos, para o humanizarmos, do que precisamos mesmo é de boas utopias e de idealismos práticos...

Em que sector ou actividade económica se integra a Associação? O que quer dizer “economia social”?
É universalmente reconhecida a existência de 3 sectores económicos: primário (agricultura); secundário (indústria) e terciário (serviços). Nesta perspectiva, a ASSP integra o sector terciário da economia.
Relativamente à expressão “economia social”: todos sabemos da existência de um sector público da economia, propriedade do estado, e da existência de um sector privado, propriedade privada dos seus detentores. Paralelamente a estes sectores tem-se vindo a reconhecer a existência e importância de um sector social da economia – constituído por milhares de instituições (no nosso país devem ser aproximadamente 3000) sem fins lucrativos e que dão resposta a problemas de natureza social.

Características destas instituições:
(i) são propriedade social dos associados, que capitalizam através das quotizações;
(ii) dedicam-se a actividades de natureza social, em geral ao apoio às famílias, às crianças e jovens, à 3º idade e/ou situações de diminuição física;
(iii) o seu objectivo não é o lucro mas a resposta qualitativa aos problemas sociais; assim sendo também não podem ter prejuízos, pois isso incapacita a realização dos seus objectivos.

Estas instituições ou IPSS não são caridade: são “empresas sociais” com características específicas, que respondem a problemas sociais concretos; são uma forma de responsabilização e organização social das pessoas (que tomam nas suas mãos a resposta a muitos problemas sociais, em vez de a esperarem do estado ou dos privados); empregam milhares de trabalhadores por esse país fora e movimentam já milhões de Euros.
No entanto em Portugal, ao contrário de outros países (o fenómeno é europeu e mundial), este sector social da economia ainda não tomou consciência da sua importância e força, nem parece despertar interesse académico ou mediático.

No entanto, é significativo que cerca de 8% das empresas europeias se integrem na rede da economia social e que esta seja responsável por cerca de 10% do emprego total; e que tenha sido objecto de 2 conferências intereuropeias, a primeira realizada em Praga (Outubro de 2002) e a segunda em Cracóvia (Outubro de 2004).

No meio de tantos objectivos e actividades, qual é o objectivo central da ASSP que mais pode interessar a um professor?
Todos os nossos objectivos têm natureza e justificação social. O objectivo central neste momento, o mais mobilizador e aquele em que os associados e as direcções mais insistem, é a construção de equipamentos/residências para a 3ª idade e outras situações de incapacidade ou dependência física. E é isso que temos feito. Mas entretanto damos toda a atenção a outras actividades e serviços; deles pode encontrar exemplos consultando o site.

ASSUNTOS DIVERSOS
Quantos funcionários tem a Associação? Se eu telefonar para a sede, quem é que me atende?
Considerando o pessoal do quadro, efectivo ou contratado, e o pessoal em regime de prestação de serviços, são já cerca de 60 as pessoas que trabalham para a Associação, particularmente concentradas nas delegações onde há residências (Lisboa, Porto e Setúbal).
Se telefonar para a Sede Nacional haverá sempre quem o atenda dentro das horas de expediente. Se se dirigir pessoalmente à Sede será atendido/a pelo funcionário adequado ou poderá falar com algum dos elementos presentes da Direcção Nacional.
Também em algumas das Delegações há um funcionário em serviço; naquelas em que o não há, o telefone tem caixa de correio (voice mail). Para contactar connosco utilize um dos seguintes meios (ver Contactos): correio, telefone, fax, correio electrónico da sua delegação ou da Sede; ou a funcionalidade desta página Intervenha, pergunte.

Como é que são escolhidos os dirigentes da Associação?
Os dirigentes da ASSP não são “escolhidos”. Os dirigentes são eleitos por períodos de 3 anos. No Boletim da Associação ou nesta página electrónica é sempre indicada a data das eleições, bem como são referidos os procedimentos e metodologia para o efeito. De qualquer modo, consulte os Estatutos e regulamentos anexos.

Quem é que fiscaliza a ASSP?
Internamente – o Conselho Fiscal que, entre outras competências, fiscaliza a contabilidade e os documentos da ASSP e emite os pareceres necessários neste domínio.
Externamente – a Segurança Social (SS). Como os colegas sabem, todas as actividades têm neste país (e nos outros também) uma entidade fiscalizadora directa. Quem é professor e esteve ou está num Conselho Executivo sabe que as escolas respondem perante a Inspecção e o Tribunal de Contas. As empresas, em geral, respondem e são fiscalizadas pelas Finanças e outros organismos reguladores de acordo com a sua actividade.
As IPSS, instituições privadas de solidariedade social, respondem perante a Segurança Social que é a entidade reguladora, licenciadora e fiscalizadora do sector. Analisa e aprova as nossas contas (que têm de lhe ser remetidas); licencia as obras (as Câmaras Municipais não podem autorizar a construção de um equipamento sem o parecer prévio positivo da SS) e fiscaliza a qualidade dos nossos serviços e equipamentos (independentemente de contribuírem ou não para o seu financiamento).

Gostava de ser informado sobre os símbolos representativos da Associação, como a bandeira, o logotipo, hino, etc.
O logotipo da ASSP é o que sempre tem constado em todos os nossos documentos oficiais, no Boletim Informativo e nesta página web, pois data do início da Associação (1981). No ano da comemoração do nosso 25º aniversário (2006) foram criadas a bandeira e o hino. A bandeira é da autoria do escultor José Teixeira. A letra e música do hino são da autoria de Paco Bandeira, com interpretação do autor e do Coral Harmonia, dirigido pelo maestro José Marinha. A bandeira e o hino foram ofertas dos autores.

 
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